Depois de ter feito uma avaliação mecânica e um protocolo terapêutico,
as estruturas envolvidas serão abordadas com um gancho adaptado ao tipo de região envolvida.
O gancho pode ser comparado ao 6º dedo de uma mão: ele trabalha em sinergia com a mão palpatória.
Existem diferentes técnicas possíveis em função do objectivo, principalmente:
- Estiramento tecidular lento ou acentuado, focalizado na ponta da espátula do gancho,
afim de amolecer ou romper a fibrose.
- Esmagamento deslizante, com o dorso do ganho, nos espaços aponevróticos:
desprendimento preparatório para outras manobras.
- O «pentear» do periósteo nas inserções ligamentares.
- A inibição neuro-muscular por tracção mantida.
Duma maneira geral e pela forte razão nos casos inflamatórios,
a acção terapêutica será iniciada a distância da estrutura dolorosa para se ir
aproximando progressivamente (abordagem centrípeta).
Os resultados dependem da escolha judiciosa da técnica (diagnostico correcto) mas também
da habilidade do terapeuta. Estas duas características necessitam do estudo e da prática específica
a fim de melhorar a eficácia e de evitar riscos iatrogénicos.
Os efeitos secundários mais frequentes são de tipo histamínico:
nos locais dos contactos cutâneos com o gancho. Podemos observar, durante alguns minutos,
um rubor acompanhado de um edema semelhante a uma picada de mosquito.
Raramente, observamos reacções vagais (nervo vago).
A fibrólise com gancho pode ser feita o objecto único dum tratamento mas, na maior parte das vezes, é integrada num tratamento global.
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Repérage des structures conjonctives

Crochetage du PRONATOR TERES

Crochetage du SERRATUS ANTERIOR Droit

Crochetage du Ligament Ménisco-Rotulien du Genou Droit
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